A Metamorfose de Jarina: Fantasia que Conta uma Lenda
Paolla Oliveira, 42, transformou-se na princesa Jarina — personagem da lenda amazônica que vira jiboia — durante o ensaio da Grande Rio em Duque de Caxias (RJ). A fantasia, cravejada de pedrarias e detalhes que imitam escamas, destacou sua silhueta e celebrou a conexão entre mito e resistência indígena. "Jarina representa a sabedoria ancestral que a Amazônia guarda", explicou Paolla nos bastidores.
O Look da Rainha: Ousadia e Respeito à Cultura
O traje, que deixava partes do corpo à mostra, combinou brilho, transparências e adereços em metal, remetendo à pele da serpente. Paolla compartilhou nos stories um momento de preparação fazendo topless, destacando a maquiagem corporal que simula padrões de cobra. "Cada detalhe é uma narrativa", escreveu ela, ao lado de fotos da fantasia.
Paolla Oliveira vestida para carnaval/2025 (Reprodução/Instagram/@paollaoliveirareal)
No Passo do Samba: Interação com a Bateria "Invocada"
Durante o ensaio, a atriz sambou ao lado dos ritmistas e recebeu gritos de "É nossa rainha!" da plateia. Paolla, rainha de bateria desde 2020, reforçou seu compromisso com a agremiação: "A Grande Rio não é escola, é família. E a Amazônia é nossa raiz".
O Enredo de 2025: Águas, Encantos e a Força da Floresta
A escola, campeã em 2022, apresentará o tema "Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós", explorando lendas de entidades aquáticas e a relação espiritual dos povos originários com a natureza. Paolla, como musa, é peça-chave para traduzir a magia do enredo para o público.
Repercussão nas Redes: "Maravilhosa" e "Rainha da Selva"
As imagens do ensaio viralizaram, com fãs exaltando a beleza e o simbolismo do look. Celebridades como Juliana Paes e Iza comentaram: "Você é a própria força da Amazônia!". A hashtag #PaollaJarina atingiu o topo do Twitter brasileiro por horas.
Paolla e o Carnaval: Uma História de Amor com a Cultura
Há cinco anos à frente da bateria, a atriz usa sua visibilidade para dar voz a causas socioambientais. Em 2025, ela reforça: "Carnaval é arte, mas também é protesto. A Amazônia precisa ser ouvida".