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Paolla Oliveira Desafia Padrões no Carnaval: ‘Corpo Real é o Corpo de Todos’

Rainha de bateria da Grande Rio usa a folia para promover autoaceitação e critica pressões estéticas: ‘Me libertar foi minha maior vitória’."

Paolla Oliveira Desafia Padrões no Carnaval: ‘Corpo Real é o Corpo de Todos’

Foto: Reprodução/Instagram

Libertação Estética: Paolla Rompe com Pressões e Inspira Fãs

Paolla Oliveira, 42, viralizou ao defender o "corpo real" durante o Carnaval 2025. Em entrevista, a atriz e rainha de bateria da Grande Rio falou sobre sua jornada de autoaceitação: "Fico feliz de ter me libertado. Saber que inspirei outras pessoas me encanta — não imaginava esse impacto". A crítica às imposições de beleza virou bandeira: "Corpo de Carnaval é o meu, o seu, o de quem está assistindo. Sem distinção".

Rainha da Grande Rio e Embaixadora da Autoaceitação

No auge da folia, Paolla brilhou na avenida com a Grande Rio, usando fantasias que celebravam curvas sem filtros. "A beleza está na diversidade. Não preciso de ajustes para me sentir poderosa", declarou, referindo-se a campanhas que promove contra o uso excessivo de edições em fotos. Seu discurso ecoou no enredo da escola, que abordou resistência e ancestralidade.

Sem Filtros: O Convite para Ser Autêntico

Paolla intensificou sua militância nas redes, compartilhando vídeos sem maquiagem e posts que mostram seu corpo natural. Em um clique na praia, usando um maiô cavado, ela recebeu milhares de comentários como "Isso é empoderamento real!" e "Você redefine o que é ser musa". A atriz reforça: "Quero que as pessoas se sintam confortáveis sendo quem são, sem radicalismos que as façam se sentir inadequadas".

Nas Redes: Hashtag #CorpoRealVence Viraliza

A postura de Paolla gerou uma onda de apoio. Fãs compartilharam fotos com a hashtag #CorpoRealVence, destacando marcas, celulites e estrias. Influenciadores como Gabriela Pugliesi e Majú Coutinho aderiram: "Paolla nos lembra que a beleza não cabe em moldes", escreveu Majú.

Impacto Além do Carnaval: Um Legado de Respeito

Ao recusar padrões irreais, Paolla junta-se a nomes como Taís Araújo e Juliana Paes na luta por representatividade. "Ela prova que o corpo é instrumento de alegria, não de opressão", analisou a antropóloga Mirian Goldenberg em coluna no Globo.